04 de agosto de 2025
Financiamento imobiliário em 2026: SAC ou Price, e quanto você precisa de entrada
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Toda simulação de financiamento esbarra em duas escolhas: quanto você dá de entrada e qual sistema de amortização usa. As duas mudam bastante a parcela — e uma delas muda o total que você paga no fim.
SAC: parcela cai com o tempo
No Sistema de Amortização Constante, a parte do principal é igual em todas as parcelas e os juros incidem sobre o saldo devedor, que diminui. Resultado: a primeira parcela é a mais alta e elas caem mês a mês. É o sistema mais usado nos financiamentos com recursos da poupança e costuma sair mais barato no total.
Price: parcela fixa do começo ao fim
Na Tabela Price a parcela é constante. No início você paga proporcionalmente mais juros e menos principal, o que faz o saldo devedor cair devagar. A vantagem é a previsibilidade: se o seu orçamento é apertado hoje, a primeira parcela do Price é menor que a do SAC.
Quanto de entrada os bancos pedem
Na prática, os bancos têm financiado até 70% a 80% do valor do imóvel na modalidade SFH. Ou seja, para um apartamento de R$ 600 mil, prepare entre R$ 120 mil e R$ 180 mil de entrada, mais os custos de escritura, ITBI e registro — que somam de 4% a 5% do valor do imóvel.
Onde o FGTS entra
O FGTS pode compor a entrada, amortizar o saldo devedor ou reduzir parcelas, desde que seja imóvel residencial urbano, você não tenha outro imóvel na mesma região e tenha ao menos três anos de contribuição somados. É a forma mais barata de reduzir o valor financiado — use antes de pensar em prazo mais longo.
Uma conta rápida antes de visitar
A regra que os bancos usam é que a parcela não passe de 30% da renda bruta familiar. Vale fazer o caminho inverso: multiplique sua renda por 0,3, veja que parcela cabe e só então procure imóveis nessa faixa. Poupa tempo e evita frustração.
Nosso gerente de crédito faz essa simulação sem compromisso, com as taxas vigentes nos bancos com que trabalhamos.
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